terça-feira, abril 04, 2006

Adeus Duck... Agora sem volta...

Foi ontem à tarde. Deitado no sofá do costume, na garagem... Sentiste a paz interior para fazeres a viagem sem regresso...


Estarás sempre no nosso coração!

segunda-feira, abril 03, 2006

O Duck ainda está entre nós... por enquanto!

Pregou-nos uma partida ontem...
Não sei o que se passou, mas foi dado como morto ontem à tardinha... e ao fim do dia, encostou-se à porta de casa...
Hoje de manhã estava deitado no seu sofá na garagem...e ali ficou! Só saberei do seu estado já débil a partir das 18h...
Deve estar a gastar os últimos fôlegos... :(

domingo, abril 02, 2006

Adeus Duck... Vou sentir a tua falta!

Personalidade
O Setter Irlandês é um cão cuja maior característica é a energia. É um cão sempre disposto à actividade e extremamente brincalhão. Adapta-se facilmente à presença de crianças e é considerado praticamente incansável, mesmo quando está exercendo as suas actividades como caçador.
Muito leal ao dono, o Setter é um cão que precisa de exercícios sempre e o seu confinamento pode trazer à tona todo o potencial destrutivo do cão, por isso não se pode dizer que se adapte à vida num apartamento. Os Setters são cães mansos, mas, ao mesmo tempo, podem funcionar como cães de alarme, uma vez que costumam latir para ruídos suspeitos.
O Setter Irlandês está na linha da frente no que diz respeito à inteligência. É considerado um cão bastante agitado e teimoso. Outra característica dos Setters é o seu potencial afectivo: é um cão que, a despeito de toda a agitação, é capaz de passar horas deitado ao lado do seu dono.
Homenagem canina
O Duck tinha pouco mais de 12 anos. De um momento para o outro deixou de brincar e de abanar a cauda. Logo ele! Deixou de comer, de beber, entrou numa tristeza imensa... Todos os dias corria pátio fora, ladrava para os lavradores que passavam na rua e de quem ele não gostava ou para aqueles que já lhe tinham feito mal (e olhem que não foram poucos!). Às vezes ser de raça tem destas coisas, principalmente numa freguesia onde há muitas cadelinhas à procura de um cachorro Jet7! Maltrataram-lhe tanto uma das vezes que ele quase perdeu a "virilidade"! Se eu conhecesse o homem ou a mulher que o fez aquilo, acho que ele/ela morreria de verdonha...
O Duck ladrava para os foguetes da festa, ladrava quando sentia o nosso carro chegar. E quando chegavamos lá em casa, que contente ele ficava! Abria a porta e ele, fazendo a sua pela calada, aninhava-se no sofá (como que se não soubesse que a avó não queria vê-lo dentro de casa e ainda por cima no sofá!).
- Duck, dá a patinha! - E estendias a patinha todo orgulhoso! Tinha sido o grande ensinamento do seu verdadeiro dono, aquele que partiu antes dele, aquele que lhe dava biscoitos e pão de ló às escondidas para ninguém ver que era tão guloso quanto ele. Partiu sem lhe dizer adeus e, nesse dia, recordo como se fosse hoje, entramos em casa sem o seu dono, olhou-nos pelo vidro da porta (a mesma que costumavas olhar a tua família adoptiva e onde fazias os olhinhos bonitos para ver se te deixavam entrar), olhou-nos seriamente e fugiu dali. Dali a pouco, vinha outra vez certificar-se se o seu dono tinha mesmo partido para a "tal" viagem. Aquela que só se faz uma vez...
E hoje foi a tua vez de fazeres essa viagem!
Não consigo imaginar-me entrar naquela porta sem ver a tua carinha no vidro da porta do fundo a pedir por uma festinha!
Não consigo imaginar-me ir ao balcão sem que não vás lá marcar a tua presença com um salto monstruoso até ao parapeito para também veres quem passa...
Não consigo imaginar a festa da freguesia sem o teu ladrar quando ouvias os foguetes...
Em ti, sentia a presença do teu dono... e agora?!
O Duck morreu hoje e era apenas um cão, mas um cão muito especial!
Vamos todos sentir muito a tua falta!

(nenhum destes é o Duck... Para ver o Duck clique aqui)

Adeus Duck...

sábado, abril 01, 2006

Em luta contra a medida da Câmara de Santa Cruz da Graciosa e a favor dos animais

Diário de um cão
1ª semana
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!!!

1 mês
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar.

2 meses
Hoje separaram-me da mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como esperando que minha nova "família humana" cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4 meses
Cresci muito rápido, tudo chama a minha atenção. Há várias crianças na casa que são como meus "irmãozinhos".
5 meses
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz "xixi" dentro da casa... mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como eu durmo na marquise.! Eu não me aguentei!!!

6 meses
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido...Creio que minha família humana me ama muito... Quando estão comendo me convidam, o pátio é somente para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam, seguramente porque nada faço de errado.

12 meses
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!
13 meses
Como me senti mal hoje... O meu "irmãozinho" tirou a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos fui atrás dele e mordi-o. Mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto prenderam-me e quase não posso me mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que vão me deixar em observação certamente não me vacinaram)... Não entendo nada do que está a acontecer.

15 meses
Tudo mudou... vivo preso no pátio...na corrente...sinto-me muito só.... a minha família já não me quer. As vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho tecto que me cubra...
16 meses
Hoje tiraram-me da corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entramos no carro, e andamos um grande pedaço. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... "Esperem"!!! - lati..."esqueceram-se de mim...!!!". Corri atrás do carro com todas as minhas forças...a minha angústia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...
17 meses
Procurei, em vão, achar o caminho de volta à casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algo de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo de minha alma... quisera que me adoptassem, eu seria leal como ninguém. Porém eles apenas dizem "pobre cãozinho, deve estar perdido".18 meses
Outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus "irmãozinhos". Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria"... uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos e desde então não vejo com ele.
19 meses
Parece mentira mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou muito fraco, com um aspecto bem mudado.... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me na sombra...
20 meses
Quase não posso me mover. Hoje, ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles me atropelou. Pelo que sei, estava num lugar seguro chamado "sarjeta", mas nunca vou me esquecer do olhar de satisfação do motorista ao fazê-lo. Oxalá me tivesse matado... porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas fora da estrada... Já faz 10 dias que estou em baixo de sol, chuva e frio, sem comer.Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pelo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem; outras dizem: "não te aproximes".Já estou quase inconsciente, porém uma força estranha me fez abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. "Pobre cãozinho, como te deixaram", dizia... junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas esse cão já não tem remédio, o melhor é que deixe de sofrer." A gentil senhora consentiu, com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque nasci, se ninguém me queria...

Moral da história: A solução não é deixar um cão na rua, mas sim educá-lo. Não transforme num problema uma grata companhia. Ajude a despertar as consciências para acabar com o problema dos cães de rua.

Todos os cães agradecem!

STOP killing Baby Seals!!!

A foca é um mamífero marinho. A foca nasce no mar, mas também consegue viver em terra. Por ter nascido no mar, está muito bem adaptada à água e desloca-se com dificuldade em terra, arrastando o corpo no solo com o auxílio das barbatanas da frente. Pode mergulhar até 250 metros de profundidade (equivalente a um prédio com cerca de 70 andares) e ficar sem respirar por mais de 30 minutos. É um animal perfeito dentro de água!

O seu corpo, tal como o das baleias, é muito diferente daquilo a que estamos habitados nos outros mamíferos:- têm o pescoço e os membros anteriores (as barbatanas da frente) curtos e os seus membros posteriores (patas de trás) são uma espécie de barbatanas muito apropriadas para a natação; têm uma cabeça grande, mas as orelhas são pouco desenvolvidas e o seu pêlo é grosso e brilhante. As narinas fecham-se quando ela mergulha.
Normalmente, o pêlo da foca é cinzento e mistura-se com vários tons, que vão do castanho ao branco e preto.

O alimento preferido das focas são os peixes, mas também comem lulas e vários mariscos.
Apesar de viverem em sítios muito gelados, como os pólos, elas não têm frio por causa da «camada adiposa», ou seja, uma boa camada de gordura que têm debaixo da pele.

As focas vivem, essencialmente, nas costas, adoram as rochas e os bancos de areia ou de gelo, onde podem apanhar sol e descansar (o desporto favorito das focas). As focas são mais abundantes nas águas polares, aonde há enormes concentrações de peixe. Existem no entanto espécies que vivem em águas mais temperadas. As focas do gérero Monachus encontram-se na Madeira e costa da Mauritânia, e possivelmente ainda no Mediterrâneo e na zona das ilhas Havaí.
Algumas espécies são de pequenas dimensões - a foca do lago Baical, a única que vive exclusivamente em água doce, mede apenas um metro e meio, mas todos os grupos incluem uma espécie de grandes dimensões. O elefante marinho, a maior espécie do grupo das focas, atinge seis metros de comprimento e cerca de três toneladas de peso.

Os machos são grandes e algumas espécies medem entre 1,3 a 1,95 metros (do tamanho de um homem!) e pesam cerca de 100 kg. As fêmeas são sempre ligeiramente mais pequenas e leves.

Sabias que quando estão em terra elas juntam-se em grandes grupos de cerca de mil focas? É para estarem mais seguras, porque são tão trapalhonas em terra que os ursos e as orcas as apanham com muita facilidade!

Para dar à luz têm que se dirigir às praias, aonde não só estão expostas aos ataques dos animais terrestres, como não encontram ali o alimento apropriado. Por isso é de toda a conveniência para a foca fêmea que as crias se desenvolvam em pouco tempo e se tornem independentes o mais rapidamente possível.
Durante os primeiros quatro a seis meses a foca bebé alimenta-se apenas do leite da mãe, mas, assim que nasce, já está pronta a nadar e mergulhar! O leite da foca é extraordinariamente rico - contendo 50% de gordura - e a cria aumenta de peso à razão de cerca de um quilo por dia. Como durante o período de amamentação a mãe não se alimenta, o que se verifica na realidade é que ela converte a própria gordura em leite, transferindo-a para a cria.
Alguns dias após o nascimento, a fêmea acasala de novo. Porém, como o período de gestação é bastante inferior a um ano, o óvulo fecundado, ou ovo, mantém-se em princípio sem se desenvolver, sendo a implantação na parede do útero retardada por vários meses. Quando finalmente se dá a implantação, o ovo inicia o desenvolvimento e assim a cria nascerá na época de reprodução seguinte, um ano depois.O tempo médio de vida varia entre os 25 e os 35 anos, chegando mesmo a atingir 40 anos.

Infelizmente, muitas espécies de focas estão em perigo e tudo por causa do Homem: para além de lhes poluir o ambiente, caça-as enquanto bebés por causa das suas bonitas peles. A foca branca é muito caçada devido ao valor da pele, empregue no fabrico de casacos e outros adornos.

Neste momento podem estar a matar um amiguinho destes no Canadá, uma vez que já abriu a caçada. Clique aqui e verá vários links sobre a matéria. Não menciono nada sobre isso aqui porque eu não consigo assumir que é verdade que seres iguais a mim têm coragem para fazer o que se faz por um bocado de pele!!!

Help me!!