domingo, maio 29, 2005

Traduções

Em Português:

Três bruxas olham para três relógios Swatch. Que bruxa olha para que relógio Swatch?

Agora, em Inglês:

Three witches watch three Swatch watches. Which witch watches which Swatch watch?

Para começar bem a semana...

Um grupo de anões resolve jogar futebol no domingo e alugam um campo.
Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário. Resolvem então perguntar ao dono de uma tasca ao lado, se eles podem utilizar a casa de banho para trocar de roupa. O dono diz que não tem problema nenhum.
Entram todos na tasca e vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho.
Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa de azul, estranha, mas continua a beber.
Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz:
- Eu não me quero meter... mas acho que os teus matraquilhos acabam de fugir...

Ninguém ouviu...

Vítor está preocupado com o estado financeiro do País e com os gastos do Estado. Volta a dizer que estamos de tanga.
Vitor, também conhecido por Constâncio, está há muito à frente do Banco de Portugal. Em sua casa entram mais de 25.000 euros mensais.
O governo do PSD/CDS de Durão Barroso permitiu-lhe que continuasse à frente do Banco de Portugal, desde que viesse de tempos a tempos alertar os portugueses (só os que pagam impostos) de que é preciso apertar o cinto. E Vítor cumpriu meticulosamente a sua função, defendendo com unhas e dentes o Discurso da Tanga, versão I, de Durão e Manuela Leite. Santana e Bagão manteviveram-no no Poder e ele também cumpriu.
Agora, está de novo o seu PS no Poder e Sócrates fartou-se de fazer promessas de que não havia aumento de impostos e haveria aumento de empregos e alteração da Código do Trabalho do Bagão. Eram promessas só para serem metidas na gaveta mais tarde.
Mas Sócrates não quer assumir a responsabilidade da versão 2 do Discurso da Tanga já antes das eleições autárquicas.
Por isso pediu ao seu amigo Vítor que viesse a público dizer que isto está mesmo mal e apelar ao Presidente da República para intervir a convencer os portugueses (sempre os mesmos do costume, claro) a apertarem ainda mais o cinto.
- Alguém ouviu o sr.Vítor apelar a que não construíssem 10 estádios de luxo do Euro 04, pagos quase exclusivamente pelo Estado e autarquias e aprovados por Sócrates como Ministro do governo Guterres?
- Alguém ouviu o sr. Vítor apelar aos governos para que não comprassem submarinos por causa da crise?
- Alguém ouviu o sr.Vítor pedir aos governos que não comprassem ou adiassem a compra de centenas de blindados e helicópteros de guerra de último modelo?
- Alguém ouviu o sr. Vítor a chamar a atenção que o TGV é um luxo de centenas de milhões para o estado do País?
- Alguém ouviu o sr.Vítor apelar aos governos para serem inflexíveis contra a gigantesca fuga aos impostos dos que mais ganham e que atinge milhares de milhões?
- Alguém ouviu o sr.Vítor apelar aos senhores administradores das grandes empresas, pagos a valores iguais ou superiores aos dos países ricos, para que dêem o exemplo baixando os seus chorudos vencimentos e prescindindo das dezenas de milhares de contos de prémios anuais?
Etc, etc...
Não, ninguém ouviu!
Ouviu-se agora o sr. Vítor para fazer um frete ao seu amigo Sócrates, porque este fez promessas que não eram para cumprir e agora era preciso desenrascá-lo, dizendo que «isto está pior do que se pensava».
No País mais pobre da U.E., com os mais baixos salários de todos, com mais de 2 milhões de pobres e 200 mil com fome e o maior fosso entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres nas estatísticas da U.E., o governador do Banco de Portugal apenas tem o papel triste de apelar para aos que já estão sobrecarregados de impostos que paguem ainda mais.

Sr. Vítor, ao menos seja coerente, apele publicamente aos governos que, devido à crise, o seu salário de vários milhares de contos mensais, deveria ser diminuído...


Ass. Pelos contribuintes

segunda-feira, maio 23, 2005

Adeus Marlene...

Há 3 semanas, sensivelmente, tiveste o dia mais feliz da tua vida... Um dia inesquecível! Fui testemunha dos teus sorrisos, da tua felicidade, do teu enlace matrimonial... Ainda guardo em memória toda a tua compenetração, responsabilidade e calma na cerimónia religiosa... Sabias mesmo o que querias... Tinhas a certeza que o Pedro era o "TAL" que te iria fazer feliz para o resto da tua vida! (Quem diria que iria ser assim tão curta...)
Apenas 28 anos de vida recém feitos e um amor que durou 3 anos com direito a uma vida conjunta de apenas uma semana - a lua-de-mel... Restaram-te alguns dias de hospital entre operações e sofrimento... Esperaste o teu recém-marido, único e eterno amor regressar para um último Adeus... o Adeus merecido...
Adeus Marlene...
Força Pedro!!!... É nos momentos maus que conseguimos dar valor àquilo que perdemos... Estamos aqui para te ajudar a levantar desse túnel escuro em que se transformou a tua vida...

quarta-feira, maio 18, 2005

Divórcios mais frequentes nas ilhas pequenas...

551 casamentos dissolvidos em 2003, nos Açores, no mesmo ano em que foram celebrados 1691 casamentos... Curiosamente, foi nas ilhas mais pequenas que os divórcios foram mais frequentes.
Segundo o Serviço Regional de Estatística, em S. Miguel, por cada 100 casamentos, apenas 28.6% acabaram em divórcio. Na Graciosa foi ainda menor o número de casais que recorreram à dissolução do compromisso nupcial (9,4%).
Contudo, ilhas como as Flores (78,9%), e Faial (55,6%) a maioria dos casamentos não resultou. No Corvo, onde não foram celebrados quaisquer casamentos, registaram-se 2 divórcios.
Será porquê?!
Curiosidade: A população a residir nos Açores no fim de 2003 foi de 240.024 pessoas (mais 629 do que no ano anterior).